Cola o link, escolhe formato e qualidade, o arquivo cai numa pasta sua. O download sai do seu aparelho direto para a fonte — não existe back-end neste projeto. E é por isso que não há anúncio, conta nem fila de espera: não existe servidor de alguém para pagar, e é o servidor que cobra o preço nos sites que fazem o mesmo.
Isto não é mockup nem vídeo: é o mesmo reconhecimento que o app faz no instante em que você cola, portado para esta página. Nenhuma requisição sai daqui — desligue a internet e continue testando, se quiser conferir.
Esperando um link
O que esta página faz e o que o app faz. Aqui o reconhecimento para no endereço — ele é barato, é puro e não precisa de rede. O app continua daí: sonda a fonte, monta a prévia com capa, canal e duração, lista as qualidades disponíveis e baixa a que você escolher.
O mesmo app nos dois. No Android ele leva o próprio motor dentro do APK — Python com yt-dlp e ffmpeg —, então não há nada para instalar depois.
Linux
Ainda não compilado
O código já é multiplataforma
Falta a máquina que constrói
No Windows, o app não tem assinatura de código. O SmartScreen vai dizer "O Windows protegeu o computador", e é preciso clicar em Mais informações → Executar assim mesmo. Certificado custa caro e ainda não faz sentido nesta fase — a impressão digital SHA-256 vai publicada na página da release, para você conferir que o arquivo é o mesmo que saiu daqui.
O APK é de arm64, e só. Isso cobre praticamente todo aparelho vendido nos últimos anos e evita triplicar o tamanho do arquivo à toa. Ele também não se atualiza sozinho — voltar aqui é o jeito de pegar uma versão nova.
Prefere compilar? É um projeto Flutter comum.
tool\baixar_motores.ps1 traz yt-dlp e ffmpeg com hash
conferido, tool\empacotar_windows.ps1 monta a pasta do
Windows, e o APK sai de
flutter build apk --release --target-platform android-arm64.
Esta é a mesma lista que está no repositório, sem maquiagem. Um app que promete mais do que entrega gasta a confiança que ele precisa ter para alguém deixar um baixador mexer nos arquivos do próprio computador — e o resto desta página não vale nada se este quadro não for verdade.
Prévia antes de baixar, fila com vários ao mesmo tempo, playlists e canais, biblioteca, estúdio para extrair áudio e recortar, legendas, SponsorBlock e a suíte-canário. É o caminho mais rodado do app.
O APK leva o próprio motor dentro dele, e um reel do Instagram desceu num aparelho de verdade com o arquivo medido e igual ao que o Windows produz.
Já funciona no app: o link vira um item na fila e cada música chega à biblioteca dizendo de onde o áudio veio. Falta rodar o trajeto inteiro com rede uma vez — até lá, trate como recurso novo.
Faltam o compartilhamento nativo, o download continuar com a tela desligada e a revisão das telas que nunca foram vistas num celular. Você vai achar canto torto.
O código é multiplataforma, mas ninguém nunca rodou flutter build
linux aqui, e falta a máquina que constrói e prova o resultado.
Ele baixa o que você já consegue acessar — e nada além disso. O Dimensor não quebra DRM, não contorna pagamento e não abre conteúdo privado: é por isso que o áudio do Spotify não é baixado, e sim reencontrado no YouTube Music — e o app diz isso com todas as letras, no próprio card. O que você faz com um arquivo depois de baixado é decisão sua, e as regras de cada plataforma e os direitos de quem fez a obra continuam valendo — este app não te dá permissão nenhuma que você já não tivesse.
Aparelho real, download real. A linha destacada é a escolha salva.
A prévia responde a pergunta que precede qualquer download: é isto mesmo? Link errado acontece, e descobrir depois de 400 MB é o pior momento possível.
A lista de qualidades é uma linha por resolução, com formato e tamanho —
não é o despejo do motor. 1080p · MP4 · 80,5 MB
é resposta; 137+140 mp4 1920x1080 30fps avc1.640028 é
despejo. O modo avançado guarda o despejo para quem quiser.
A aba Conversa aceita um bolo de links colado de qualquer lugar —
um grupo, uma lista de recados, o histórico do navegador — e uma frase
em português junto: só o áudio desses, em 720p,
as três primeiras.
Ele responde com o que entendeu antes de fazer qualquer coisa — quantos links, de que dimensões, o que vai baixar — e espera você mandar. É a diferença entre um app que interpreta e um app que adivinha.
Ele diz o que entendeu, e só age quando você manda.
O anel é o portal se abrindo. Números tabulares: a tela não treme.
A fila é onde os concorrentes são fracos e onde este app gasta atenção de design. Miniatura para achar um item de relance entre vinte, progresso com velocidade e tempo restante, pausar tudo e retomar tudo numa linha só da barra de status.
Plataforma muda sem avisar, e todo baixador do mundo quebra junto — a diferença é que a maioria só te conta na hora em que o seu download falha. Aqui uma suíte-canário sonda uma lista de fontes de referência e publica o resultado. Estado de fonte é recurso, e recurso se desenha.
Este quadro é a leitura do canário de 2026-08-23, com o motor 2026.08.19 — não uma promessa. As fontes marcadas sem leitura não estão quebradas: o extrator cobre mais de mil sites, e o canário ainda mede só um punhado delas. Quando um site parar de funcionar, Configurações → ATUALIZAR troca o yt-dlp pelo release mais novo, e ele só vai à rede quando você pedir.
O áudio do Spotify é protegido por DRM e não é baixado — ninguém baixa. O que o app faz é ler a playlist, encontrar o áudio equivalente no YouTube Music e aplicar as tags e a capa certas. Um link de faixa, álbum ou playlist vira um item na fila, que anda faixa a faixa e pode ser cancelado no meio.
E aí vem a parte que nenhum concorrente faz: o card diz de onde o áudio veio de verdade, com uma marca roxa de outra dimensão, o endereço exato da origem e o aviso de que a duração não bate com a da faixa original. Você aprende o código em dois usos e nunca mais é enganado.
Honestidade com cor própria. É a decisão de design mais importante do app.
Busca ignora acento e aceita as palavras em qualquer ordem.
Tudo que foi baixado fica numa aba própria que sobrevive a limpar a fila — retomar uma playlist não rebaixa o que já veio.
.m3u8 ou como cópias de verdade.
Extrair o áudio de um vídeo que já está no disco, sem
baixar nada de novo. Em MP3, em M4A, ou sem converter — copiando a
trilha como ela já está, o que é instantâneo e não perde um bit. Nesse
caso o app descobre o codec e dá a extensão certa: trilha Opus vira
.opus, não um .mp3 que metade dos players
se recusa a abrir.
Recortar um trecho, em dois modos que a tela explica sem eufemismo: rápido copia as trilhas e pode começar alguns segundos antes do pedido; exato recodifica e acerta o ponto, ao custo de uma geração de qualidade.
O original nunca é tocado — sai sempre um arquivo novo ao lado dele, que entra na biblioteca como um item próprio.
A tela diz o custo de cada modo antes de você escolher.
O adversário deste app muda sozinho. Um baixador que não pode ser consertado é um baixador com prazo de validade — então a manutenção não é um detalhe da operação, é um recurso da interface.
No Windows, o app carrega yt-dlp e ffmpeg na própria pasta, baixados
com hash conferido. No Android, eles vão dentro do APK — Python
embarcado e tudo. Nenhuma das duas versões sai procurando binário no
PATH e acaba usando o de outro programa instalado.
O motor que veio no pacote é o do dia em que o pacote foi feito. Configurações → ATUALIZAR troca o yt-dlp pelo release mais novo — foi exatamente essa troca que fez o Instagram voltar a baixar aqui. Só vai à rede quando você pedir.
dimensor canario sonda a lista de fontes de referência e
diz quais ainda funcionam. Rodado todo dia, é o que faz o projeto
descobrir que uma plataforma mudou antes de você descobrir por um
download que falhou.
No Windows, Downloads\Dimensor. No Android,
Download/Dimensor — a mesma pasta que qualquer gerenciador
de arquivos abre. O app confere se dá para gravar lá escrevendo um
arquivo de teste, e a barra de status mostra qual pasta está
valendo.
Digitar um termo em vez de colar um link faz o botão virar BUSCAR: o app procura no YouTube ou no SoundCloud e mostra capa, canal e duração. Menos passos que navegar, e sem carregar um WebView inteiro só para esperar um botão de baixar aparecer.
copiar arquivo põe o arquivo na área de transferência, e
Ctrl+V cola no WhatsApp, no Discord, no Telegram ou num
e-mail. Não há um botão com o nome de um app só, porque ele não
funcionaria — o que funciona é copiar e colar, e funciona em todos.
Não há conta, login, anúncio, telemetria nem rastreador. O app declara duas permissões no Android — INTERNET e o estado da rede —, e a rede que ele faz tem dono declarado: a fonte que você pediu, o canal de atualização quando você manda atualizar, e o canário quando você o roda.
Cookies são credencial. Quando importados do navegador para acessar algo que exige sessão, ficam em memória pelo tempo da operação, nunca são copiados para dentro do projeto e nunca aparecem em log — toda linha de comando registrada passa por redação de argumentos sensíveis antes.
Nada disso precisa de confiança: a lista de permissões está no manifesto e o código é público — dá para ler onde cada byte vai.